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Vereadora Manuela reivindica à Prefeitura casa de apoio para pacientes do TFD em Salvador

Vereadora vê a necessidade de maior apoio aos pacientes do TFD levados para Salvador

A implantação de uma casa de apoio em Salvador, para os pacientes que são submetidos ao Tratamento Fora do Domicílio (TFD) e seus acompanhantes, está sendo reivindicada pela vereadora Manuela da Saúde (PV), ao prefeito de Formosa do Rio Preto, Termosires Neto. O requerimento foi aprovado por todos os vereadores da Casa de Leis.

Em justificativa ao seu requerimento, a vereadora Manuela fala sobre a necessidade dessas pessoas, terem na capital do Estado, um local que lhes ofereça hospedagem, alimentação durante o período de realização do tratamento para que possam usufruir do tratamento com tranquilidade, conforto e dignidade, contribuindo com a melhoria da qualidade de vida dos menos e dos seus familiares, além de proporcionando a esses formosenses um ambiente seguro e adequado para as pessoas que se encontram com a saúde debilitada.

“O público alvo, serão os usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) de qualquer faixa etária. A Casa de Apoio é de grande importância, uma vez que o elevado o número de pacientes em tratamento é o que nos leva a buscar a efetivação constante dos direitos sociais e humanos, sobretudo para pessoas carentes, para que tenham um tratamento de vida digno”, disse a vereador Manuela.

Acompanhe abaixo, cópia do requerimento feito ao Poder Executivo de Formosa do Rio Preto

Sindsemb realiza pesquisa de satisfação e clima organizacional com servidores municipais da Saúde

O Sindsemb está realizando essa semana a aplicação de um questionário em cinco unidades de saúde do município para avaliar o clima organizacional nos locais de trabalho. Em 12 questões às quais podem ser atribuídas opiniões, os servidores farão avaliações das condições de trabalho, assédio moral, qualificação profissional e relacionamento com colegas e chefes imediatos.
A pesquisa é sigilosa e deverá ser respondida na versão impressa. Primeiramente está sendo aplicada no Hospital Eurico Dutra, Maternidade Municipal, Hospital da Mulher, Centro de Saúde Leonidia Ayres e unidade pediátrica Emily Raquel, e servirá de base para o Sindicato mapear os piores locais de trabalho, assédio moral e solicitar da administração municipal que seja promovida ações políticas para solucionar os problemas detectados.
“É importante a participação de todos para que o Sindsemb possa planejar suas atividades e identificar problemas estruturais ou específicos que comprometem as condições de trabalho dos servidores da saúde”, orienta a presidente Carmelia da Mata.
Na próxima semana deverá ser divulgado os dados tabulados, e dentro das coletas de informações encaminhado o panorama avaliativo para a Secretaria Municipal de Saúde.

Vereadores de Ribeirão Pires aprovam projeto que proíbe alimentação de pombos.

Os vereadores da Câmara Municipal de Ribeirão Pires aprovaram nesta quinta-feira (22), o Projeto de Lei nº 037/2017 que proíbe a alimentação de pombos em calçadas, vias, praças, prédios e locais públicos estabelecendo penalidades advertência apreensão do recipiente para quem for pego alimentando os animais.

Conforme justificou o autor da proposta, o vereador Anselmo Martins (PR) “apesar de simbolizarem a paz, os pombos são considerados pragas urbanas por serem hospedeiros de diversos organismos que prejudicam a saúde humana”. Segundo ainda salientou o parlamentar ribeirãopirense, “o crescimento contínuo da população de pombos nos centros urbanos” causa danos a população, “considerado uma calamidade sanitária em todo o mundo”.

O autor da proposta cita ainda que, os animais encontram nas cidades ambientes favoráveis para a sobrevivência e “diversificados tipos de alimentos oferecido além de variadas possibilidades de abrigos”.

“O controle populacional é a solução, que poderá ser feito através da redução de sua alimentação”, ainda conforme a justificativa. Os animais “alimentados procriam até seis vezes por ano, realizando postura que varia de dois a cinco ovos.  A previsão é de que, não havendo alimentação, no curto período de seis meses a situação da superpopulação seja reduzida a condições menos perigosas”.

Entre as principais doenças transmitidas pelos pombos estão complicações como: micoses, doenças respiratórias, pneumonias, infecções, febre, ínguas, ulcerações pelo corpo, anemia, náuseas, diarreia, dores de cabeça, cólicas abdominais e outras enfermidades.

Antes que siga para possível sanção do prefeito, o Projeto de Lei nº 037/2017 de autoria do vereador Anselmo Martins passa por segunda e decisiva votação na próxima quinta-feira (01 de março).

A proposta reforça ações e é prevista em Legislação Municipal

Conforme expõe a Lei Municipal nº 5.292, de 26/06/2009 que dispõe sobre ações para controle e prevenção de zoonoses sancionada pelo ex-prefeito Clóvis Volpi, em seu artigo primeiro é expresso:

“O desenvolvimento de ações objetivando o controle das populações de animais, bem como a prevenção e o controle das zoonoses no Município da Estância Turística de Ribeirão Pires passam a ser regulados pela presente Lei”.

No artigo terceiro, diz:

“Constituem objetivos básicos das ações de prevenção e controle de zoonoses:

I – prevenir, reduzir e eliminar a morbidade e a mortalidade, bem como os sofrimentos humanos causados pelas zoonoses urbanas prevalecentes;

II – preservar a saúde da população, mediante o emprego de conhecimentos especializados e experiências da saúde pública veterinária.

§ 1º Compete ao Centro de Controle de Zoonoses – CCZ, a promoção e implementação de ações de vigilância epidemiológica relacionada à zoonoses”.

Já na Seção VIII, dos animais sinantrópicos* e peçonhentos, o texto é enfático sob a responsabilidade e competência do Centro de Controle de Zoonoses de Ribeirão Pires, como segue abaixo:

Artigo 36. Ao munícipe compete a adoção de medidas necessárias para a manutenção de suas propriedades limpas e isentas de animais sinantrópicos, vetores e peçonhentos.

Artigo 37. É proibido o acúmulo de lixo, entulho ou outros materiais que propiciem a instalação, a proliferação e a alimentação de roedores, pombos, vetores e peçonhentos, seja em áreas públicas ou privadas, excetuando-se as áreas especialmente designadas pela autoridade competente para esse fim.

*Animal sinantrópico: Animal de espécie que, indesejavelmente, coabita com o homem, tal como roedores, baratas, moscas, pulgas, morcegos, pombos e outros semelhantes.

As pombas estão espalhadas pelos centros, ruas e praças das grandes cidades do mundo. É complicado chegar nestes locais sem que se encontre um grupo de pombas bisbilhotando os cantos atrás de comida. Dotadas de grande precisão devido a sua mira laser, nunca erram o alvo, sujando sempre a cabeça dos mais desavisados e manchando capôs dos carros. Luís Carlos Nunes

Abaixo a íntegra da Lei Municipal que prevê as ações para controle e prevenção de zoonoses em Ribeirão Pires.

Mauá: Homem ouve vozes, se joga de viaduto e sobrevive.

Um vendedor ambulante se dizendo ouvir “vozes” se jogou de cima do viaduto que fica sob a rodoviária municipal de Mauá localiza no boulevard Jornalista Roberto Marinho, centro da cidade.

Na cena filmada por populares, mostra o momento em que o desconhecido se apoia na grade de apoio e inclina o seu corpo e se joga por uma altura de aproximadamente 10 metros de altura.

Segundo apurado, o homem é conhecido vendedor de cigarros e foi socorrido por uma equipe da ROMU e levado para o Hospital Nardini onde deu entrada com vida com várias fraturas.

Donos de animais domésticos devem preparar ambiente para a noite de Réveillon.

A queima de fogos na virada de ano é tradição em muitas cidades do país. Mas o que é motivo de alegria e deslumbramento entre as pessoas, acaba sendo um momento de desespero para os animais, silvestres e domésticos. É possível, entretanto, criar um ambiente seguro para os animais de estimação, para minimizar os riscos de fuga ou para evitar que eles se machuquem.

“A nossa capacidade humana de perceber o mundo não é a mesma dos animais. A sensibilidade de audição e visão pode ser mais ou menos apurada para cada espécie. Nós temos uma capacidade de um gradiente de cores muito mais complexo que a maioria dos animais, mas a percepção auditiva deles é mais apurada que a nossa”, disse a médica veterinária Vânia Plaza Nunes, diretora técnica do Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal e especialista em comportamento e bem-estar animal.


A luz, o barulho, a pólvora e o brilho dos fogos de artifícios podem causar impacto nos animais

Os riscos para os animais, segundo Vânia, são vários. A luz e o brilho dos fogos de artifícios podem causar mais impacto nos animais noturnos por exemplo, como os morcegos e os gatos. “Eles têm uma acuidade visual muito grande, então pouca luz já é suficiente. Então aquilo [fogos] causa pânico, porque foge ao padrão normal a que eles estão acostumados”, explicou.

Para o olfato, as bombas e fogos também são prejudiciais, pois liberam pólvora e outras substâncias químicas e metais. Mesmo quando os fogos são disparados de balsas no mar, como no Rio de Janeiro, as substâncias se depositam na água, onde também há muitas espécies de animais.

“Com o som, o problema é mais grave ainda”, disse a especialista, pois eles captam os infrasons e os ultrasons, que não são percebidos pelos humanos. “Os morcegos usam isso para se orientar. Se você solta fogos em área perto de mata, eles vão perder a capacidade de voar, podem cair, entrar na casa das pessoas. Para os cães e gatos aquilo também não faz parte do comportamento normal, eles ficam muito assustados”, explicou Vânia.

Segundo a médica veterinária, nesses momentos, os animais têm o chamado comportamento de luta e fuga, que é o comportamento instintivo que todos os seres vivos têm para tentar se defender. Ela explicou que, assim como os animais, pessoas com autismo e crianças pequenas também se incomodam com os efeitos dos fogos.

Preparando o ambiente

Vânia dá dicas que podem ser adotadas para amenizar o estresse e evitar que os animais fujam ou se machuquem. Nas horas mais próximas à virada, para quem ainda tem aves em gaiola, ela orienta a deixá-las em um ambiente fechado e supervisionar os animais. “Deixar água suficiente apenas para beber, mas sem risco de se afogarem caso sofram uma queda”, disse.

Para cães e gatos não é recomendado administrar calmantes, mas, uma semana antes do Réveillon, eles podem usar florais de Bach, que são extratos naturais que ajudam a acalmar. “E sempre que possível, procurar orientação do veterinário”, disse Vânia.

Com antecedência, é possível preparar um ambiente confortável para o animal de estimação enfrentar o Réveillon

Segundo ela, com antecedência, é possível preparar um ambiente confortável para o animal de estimação e, aos poucos, ir acostumando-o com esse ambiente. É importante não deixar objetos que ele possa derrubar e não deixar portas ou janelas abertas, mas evitando que o ambiente fique excessivamente aquecido. Também existem os feromônios de apaziguamento, que podem ser colocados no ambiente para deixá-lo mais harmônico. Essas substâncias podem ser encontradas nas boas casas de produtos veterinários.

A especialista recomenda ainda colocar uma música ambiente em uma intensidade que vai competir um pouco com o som externo. “E, se possível, a pessoa pode ficar junto, porque a companhia acalma o animal. Mas tomando cuidado para não reforçar o comportamento de medo para o animal”, explicou.

Existe ainda uma técnica de enfaixar o cachorro, que funciona como um abraço, e pode trazer tranquilidade nos ambientes hostis. Segundo Vânia, a faixa levemente elástica deve passar pelo peito do cão e cruzar e amarrar nas costas.

Mudança de comportamento

Para Vânia, as pessoas poderiam abolir os fogos de artifício como forma de diversão. “Talvez usar os recursos de uma forma melhor, empregar o dinheiro para minimizar os danos ambientais e criar outros mecanismos de celebração social”, disse. “Mesmo estando no século 21, continua-se reforçando esse tipo de prática. Está na hora de mudarmos esse marco civilizatório”.

Segundo a especialista, muitas cidades estão conseguindo avançar em projetos de lei que regulam a comercialização e queima de fogos de artifício, como Campinas, Santos e Sorocaba, todas no interior de São Paulo. “Tem uma minimização, mas não resolve o problema”, disse.

Bolsonaro propõe cuidar de “cáries” para evitar “bebês prematuros”.

O deputado federal Jair Messias Bolsonaro (PSC-RJ), segundo lugar nas pesquisas de intenção de voto para a presidência da República Federativa do Brasil em 2018, falou em entrevista coletiva na cidade de Manaus (AM) realizada no última quinta-feira (14) sobre suas propostas para a área da saúde caso seja eleito. A fala que beirou o nonsense não teve repercussão na mídia tradicional mas desde segunda-feira (18) que o vídeo com suas ideias “clínicas” está circulando com força nas redes.

Ele disse que, como os gastos como neonatal no Brasil são “altíssimos”, vai encaminhar as mulheres grávidas, já no pré-natal, a um dentista. O objetivo: evitar que elas tenham cáries e, por consequência, partos prematuros.

“Uma criança que nasceu precocemente tem um gasto altíssimo no neonatal. E por que temos muito prematuro no Brasil? A primeira questão, segundo diz os médicos, é uma questão de cárie. Então, quando for fazer o pré-natal, a ideia é já mandar para um dentista”, disse.

Médicos tem a infecção dentária como um dos motivos que podem causar um parto prematuro – mas não chega a ser o principal deles. O que mais causa partos prematuros no Brasil é a má formação do feto logo no início da gestação e histórico de pressão alta da mãe.

Em sua curta fala sobre o tema saúde, o deputado federal ainda falou sobre o Acidente Vascular Cerebral (AVC) e como cortar os gastos sobre esse tipo de tratamento. Sua ideia é “contratar profissionais de Educação Física” para “tirar a pressão” das pessoas e detectar hipertensão.

Assista:

Vereadora Manuela faz avaliação de seu primeiro ano de mandato.

Vereadora apresentou os resultados do ano de 2017 e ressaltou conquistas importantes para Formosa do Rio Preto

Vereadora pelo Partido Verde (PV) e relatora da Comissão de Educação, Saúde e assistência social, Manuela Fernandes da Rocha, ou simplesmente Manuela da Saúde apresentou os resultados do seu primeiro ano parlamentar.

Dedicando uma atenção especial aos setores da Saúde, Educação e Assistência Social, a vereadora informou que tem atendido toda a cidade com a indicação de diversos requerimentos ao poder executivo e projetos de Leis, destacando-se alguns como segue abaixo:

Projetos de Lei

  • Projeto de Lei 003/2017 que dispõe sobre a proibição em Formosa do rio Preto da utilização de capacete, máscara, gorro ou qualquer forma que oculte a face, parcial ou total do cidadão quando do ingresso e permanência nos estabelecimentos públicos e privados e a obrigatoriedade de instalação de porta giratória com detector de metais nos estabelecimentos bancários.
  • Projeto de Lei 004/2017 que dispões sobre a obrigatoriedade de instalação de porta giratória com detector de metais nos estabelecimentos bancários do município de Formosa do Rio Preto.

Indicações

  • Indicação nº 004/2017 para a implantação da 01 Unidade de saúde da Família (PSF) na localidade do Coaceral, indicação de implantação de Centro de Atenção Psicossocial (CAPS I),
  • Indicação nº 005/2017 que solicita a aquisição de 01 aparelho de ultrassonografia para o Hospital Municipal Altino Lemos de Brito,
  • Indicação nº 016/2017 solicitando a implantação de Centro de Atenção Psicossocial (CAPS I)
  • Indicação nº 023/2017 que solicita a implantação do Programa Melhor em Casa que tem como objetivo de facilitar o tratamento de pacientes acamados e com dificuldades de locomoção aos serviços de saúde que necessitam de cuidados intensivos
  • Indicação nº 024/2017 ao poder executivo solicitando a implantação de energia elétrica no bairro Morada Nova beneficiando aproximadamente 100 famílias
  • Indicação nº 036/2017 que solicita a recuperação asfáltica do na rua Francisco Alencar, próximo à Igreja Menino Jesus no bairro Projeto
  • Indicação nº 038/2017 que propõe ao prefeito municipal a concessão de bolsas de estudo para graduação e nível técnico para alunos de baixo poder aquisitivo em formosa do rio Preto
  • Indicação nº 042/2017 que orienta o executivo a fazer pavimentação com paralelepípedos (tipo bloquete ou asfáltica) da rua Principal da localidade do arroz de Cima
  • Ofício 055/2017 dirigido ao prefeito municipal solicitando instalação de sistema de iluminação pública na avenida Joaquim Augusto nas proximidades do aeroporto

Vereadora Manuela com alunos da escola no bairro Santana

“Estou feliz com os resultados deste meu primeiro ano como vereadora. 2107 foi um ano de muito aprendizado, mas ser vereadora impõe muitas dificuldades uma vez que são grandes as demandas e carência. Procuramos neste ano manter bom diálogo com o prefeito Termosíres e com sua vice Verônica Lisboa, o que favoreceu em muito o cumprimento de diversas solicitações que as comunidades nos solicitava. Ainda que já estamos de recesso na Câmara e o final do ano se aproxima, continuo o meu trabalho conversando e colhendo demandas para o próximo ano. Quero trabalhar ainda mais. Uma ação que muito me emocionou foi a entrega de fardamentos a criança da escola do bairro Santana”, disse a parlamentar Manuela.

Veja abaixo, entrevista exclusiva que a vereadora Manuel da Saúde concedeu ao blog Caso de Política

Manuela da Saúde, vereadora de Formosa do Rio Preto desde 1º de janeiro de 2017 pelo partido Verde (PV), eleita com 416 votos (2,70% dos votos válidos), já foi secretária de Saúde em formosa do Rio Preto. É formada em enfermagem pela Universidade Estadual de Feira de Santana. No parlamento formosense tem se mostrado uma mulher séria e comprometida com os diversos temas da cidade.

Em entrevista exclusiva, Manuela falou sobre os trabalhos desenvolvidos neste primeiro ano de mandato, sobre suas expectativas e projetos futuros e pautou seu mandato com soluções e propostas eficazes. Como legisladora, afirmou que não abre mão da boa gestão dos recursos públicos.

Caso de Política – Como a senhora se sente na condição de vereadora em Formosa do Rio Preto?

Manuela – Me sinto muito honrada, porém existe um grande aumento nas responsabilidades. Hoje além de cumprir atividades típicas de vereador, tenho como toda mulher, uma dupla jornada. Tenho meus afazeres domésticos, minha vida em família, amigos. Mas ser vereadora me dá muito prazer.

CP – Vereadora, qual a avaliação que a senhora faz desse primeiro ano de mandato?

Manuela – Minha avaliação é bastante positiva. Com a eleição do Dr. Termosires Neto e de sua vice Verônica Lisboa, sinto que conseguimos elevar a autoestima da população. Dentro da Casa de Leis, percebo a população mais confiante nos procurando em nosso gabinete em busca de soluções para os seus problemas. Isso me estimula e fortalece para solucionar o quanto antes as reivindicações.

CP – Como é o relacionamento entre os vereadores?

Manuela – É bom, a Câmara é uma casa de debates, não é a Casa do sim senhor! Quando se vê vereadores debatendo e se posicionando contrariamente a ideias de outro, tenho certeza de que tudo não passa de divergência de ideias, não é nada pessoal. A ferramenta de trabalho do vereador é a palavra. É através da exposição de pensamentos e do debate que se constrói Leis e que se encaminha o município.

CP – Quais as principais demandas que mais chegam ao seu gabinete?

Manuela – As demandas são diversas! As pessoas têm muitas carências e sempre que as recebo procuro os órgãos competentes para resolver, e nesse sentido estamos recebendo atenção do executivo. Mas é importante deixar claro que a atividade principal de um vereador é legislar e fiscalizar o cumprimento das Leis pelo executivo. Como vereadora, eu posso orientar e sugerir ao executivo, para ele se preocupe mais com determinados setores. Podemos propor Leis desde que não gerem custos, podemos indicar serviços em comunidades, por exemplo.

CP – Na sua avaliação, qual a importância da mídia eletrônica e das redes sociais na fiscalização e na aproximação da câmara com a população?

Manuela – A importância é grande, claro que sem seus excessos, mas de uma forma geral é uma coisa boa. A imprensa seja ela digital ou impressa, aproxima a população do vereador. O que a gente não consegue ver, onde a gente não consegue chegar todos os dias, a imprensa nos ajuda mostrando. Hoje é grande o acesso a internet na cidade e quase todo mundo tem um celular ou computador conectado. A participação está cada vez maior! Mesmo que as pessoas não vejam as questões pela mídia social, elas ficam sabendo em conversas nas ruas, nos bares e nas escolas, isso é o chamado efeito dominó. A notícia chega longe repassada de celular em celular e de boca em boca. Hoje o político pensa mais para falar, porque tem sempre alguém analisando as suas falas e ações. É como dizem, quem tem medo de lobo-mau não passeia no bosque.

CP – Vereadora, quero agradecer a oportunidade da entrevista e solicitar para que faça as suas considerações finais.

Manuela – Agradeço a oportunidade da entrevista, e dizer que vamos cumprir nossa função social. Eu acredito que tudo nessa vida deve ter uma função social. A escola deve ter a função de educar, o religioso deve ensinar a palavra de Deus, o empresário deve gerar empregos. Como vereadora quero colaborar para o desenvolvimento de nossa cidade. Formosa do Rio Preto é uma cidade pujante, que cresce dia após dia. Por outro lado, o nosso povo tem muitas demandas e carências. Nosso objetivo é ver, um dia nossa cidade menos desigual, com nossa juventude progredindo, nossos servidores públicos satisfeitos e motivados podendo prestar bons serviços aos cidadãos.

Jogos de azar podem ser liberados no Brasil.

A legalização dos jogos de azar e a reabertura dos cassinos no Brasil estão em análise na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado Federal, Pela proposta de autoria do senador Ciro Nogueira (PP-PI), caso aprovada, fica autoriza a exploração de jogos on-line ou presenciais em todo o território nacional.

A proposta original foi alterada pelo relator, senador Benedito de Lira (PP-AL), transformando-se em um texto substitutivo, que foi apresentado aos integrantes da comissão em reunião. O processo de discussão e votação foi adiado para atender a um pedido de vista coletiva.

Pelo texto do relator, a regulamentação das apostas deverá contemplar jogo do bicho, bingo, videobingo e videojogo, cassinos em complexos integrados de lazer, apostas esportivas e não esportivas e cassinos on-line.

O substitutivo determina a inclusão das empresas autorizadas a explorar jogos de azar na Lei de Lavagem de Dinheiro, obrigando-as a cadastrar os clientes e a informar operações ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Torna necessária ainda a adoção de providências, pelo Banco Central (BC), a fim de proibir o uso de instrumentos de pagamento, como cartões de crédito, em jogos de azar on-line administrados por empresa não-credenciada.

As medidas de controle sobre os estabelecimentos credenciados deverão obrigá-los a promover a identificação de todos os jogadores que receberem premiações superiores a R$ 10 mil. Esses dados terão de ser encaminhados ao governo federal.

O substitutivo também estabelece limites mínimo e máximo para multas cobradas por infrações administrativas. Essa taxação deverá partir de R$ 10 mil, podendo chegar a R$ 500 mil, devendo os valores arrecadados serem aplicados na área de segurança pública.

Vício e penalidades

O risco de vício associado à atividade foi reconhecido no relatório por Benedito de Lira. Assim, foi definida a obrigação de os estabelecimentos que exploram jogos de azar exibirem, com destaque, mensagem alertando para essa possibilidade em caso de prática excessiva.

Três crimes, com as respectivas penas, foram previstos no substitutivo do relator. Quem permitir a participação de menor de 18 anos em jogos ou explorar a atividade sem credenciamento deverá amargar pena de três meses a um ano de detenção, além de pagar multa. Aquele que fraudar, adulterar ou controlar o resultado de jogo ou pagar a premiação em desacordo com a lei poderá ser submetido à detenção de seis meses a dois anos e ao pagamento de multa.

Nova contribuição

Benedito de Lira aproveitou ainda, em seu substitutivo, sugestão examinada pela extinta Comissão Especial do Desenvolvimento Nacional (CEDN) sobre a nova contribuição a ser gerada pela legalização dos jogos de azar. Como explicou no relatório, o tributo deverá ser pago por quem explorar a atividade e terá alíquota de 10% ou 20%, em função, respectivamente, da oferta do jogo em ambiente físico ou virtual.

A base de cálculo do tributo deverá ser a receita bruta integral, abatidas as premiações pagas. Quanto ao produto da arrecadação, a União terá que repassar 30% a estados e ao Distrito Federal e 30% aos municípios para aplicação, obrigatória, em saúde, previdência e assistência social.

“Imaginário da civilização”

O relator na CCJ está convencido de que é desejável uma regulamentação dos jogos de azar. Em seu voto, Benedito de Lira usa o termo “jogos de fortuna”.

“É necessário relembrar que os jogos sempre fizeram parte do imaginário da civilização. Encontram-se na origem da cultura. Ademais, o longo período de proibição do jogo no Brasil, cerca de 75 anos, acabou por rotular equivocadamente esta atividade como uma questão de moral, inclusive, contaminando o debate sobre a legislação dos jogos”, avaliou.

Benedito de Lira também considerou a “situação orçamentária gravíssima” enfrentada pelos entes da Federação para reforçar a defesa do PLS 186/2014.

Ao justificar a apresentação do projeto, o autor, senador Ciro Nogueira, argumentou que o jogo é legal em 75% dos 193 países membros da Organização das Nações Unidas (ONU). O Brasil faz parte, portanto, como ressaltou o parlamentar, dos 25% que não legalizaram a atividade. Caso a exploração voltasse a ser reconhecida pela lei, segundos os cálculos apresentados, o país poderia passar a arrecadar cerca de R$ 15 bilhões a mais em impostos por ano.

Críticas

O assunto, no entanto, está longe de um consenso entre os parlamentares. Senadores de vários partidos já se manifestaram contrariamente à proposta. Uma das críticas recorrentes sustenta que a prática facilitará o crime de lavagem de dinheiro. O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) foi contra a inclusão do projeto na pauta da CCJ.

A legalização do jogo voltou ao noticiário após a reunião dos governadores com os presidentes da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, e do Senado, Eunício Oliveira. No encontro, eles sugeriram a legalização da atividade para aumentar a arrecadação, com a destinação dos impostos à área de segurança pública. O presidente do Senado reconheceu que o assunto é polêmico, mas afirmou que a decisão eventualmente será do Plenário, cabendo a ele pautar a matéria. Da Agência Senado com edição do blog Caso de Política

Neto de Getúlio Vargas se suicida.

Getúlio Dornelles Vargas Neto, de 61 anos, que era neto do ex-presidente Getúlio Vargas, foi encontrado morto nesta segunda-feira no apartamento em que morava, em Porto Alegre (RS).

A polícia registrou o caso como suicídio e abriu inquérito para apurar a morte. Junto ao corpo, que foi encontrado num dos quartos do apartamento por uma funcionária da família por volta de 9h, foram achadas uma arma e uma carta dirigida para a família. A polícia acredita que ele tenha morrido na madrugada de segunda-feira.

Getúlio Dornelles Vargas Neto repetiu gesto do avô e também do pai – O suicídio é uma marca da família Vargas. Além do avô, que acabou com a própria vida no exercício do mandato de presidente, no dia 24 de agosto de 1954, durante uma grave crise política, o pai de Getúlio Neto, Manuel Antônio Sarmanho Vargas, o Maneco, se matou em 1997, aos 79 anos, com um tiro no peito, assim como havia feito o pai.

Getúlio Neto atirou contra a própria cabeça. Ele morava com uma das filhas — que está em viagem aos Estados Unidos — no bairro de Moinhos de Vento. Segundo informações da polícia gaúcha, ele, que trabalhava na administração de empresas da família, sofria crises de depressão.

Getúlio Vargas Neto deixa uma companheira e quatro filhos. O advogado foi um dos fundadores do PDT e, mais tarde, filiou-se ao PPS.

Mais da metade da população mundial não tem acesso a saneamento básico, diz ONU.

Cerca de 4,5 bilhões de pessoas no mundo – bem mais da metade da população global atual de 7,6 bilhões de habitantes – não têm acesso a saneamento básico seguro, segundo relatório recente divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Já a quantidade de moradores do planeta com algum saneamento básico é de 2,3 bilhões. A informação é da ONU News.

O documento das Nações Unidas indica ainda que o número de pessoas sem acesso à água potável em casa é de 2,1 bilhões em todo o mundo. Esta é a primeira vez que a OMS e o Unicef fazem um levantamento global sobre água, saneamento básico e higiene.

O diretor-geral da OMS, Tedros Ghebreyesus afirmou que água potável encanada, saneamento e higiene não deveriam ser privilégios apenas daqueles que vivem em centros urbanos e em áreas ricas. Para ele, os governos são responsáveis por assegurar que todos tenham acesso a esses serviços.

Esgoto tratado

Desde 2000, quando foi lançada a agenda dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, bilhões de pessoas ganharam acesso à água potável e saneamento, mas esses serviços não garantem necessariamente o saneamento seguro, aquele que é ligado a uma rede de esgoto tratado.

Esse quadro gera doenças que podem ser mortais para crianças com menos de cinco anos de idade.
Todos os anos, mais de 360 mil menores morrem de diarreia, uma doença evitável. Já o saneamento mal feito pode causar cólera, disenteria, hepatite A e febre tifóide, entre outros problemas.

O diretor-executivo do Unicef, Anthony Lake, disse que ao melhorar esses serviços para todos, o mundo dará às crianças a chance de um futuro melhor.

Em 90 países, o avanço na área de saneamento básico é muito lento, o que leva a crer que a cobertura universal não será alcançada até 2030, quando se encerra o prazo para cumprimento da Agenda 2030, que estabelece os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas, que devem ser implementados por todos os países até aquele ano.

Latrinas compartilhadas

Dos 4,5 bilhões de pessoas sem acesso a esgoto tratado, 600 milhões têm que compartilhar um toalete ou uma latrina com moradores de outros lares. Já o número de pessoas que defecam a céu aberto é de 892 milhões. Devido ao aumento da população, essa situação tem crescido na África Subsaariana e na Oceania.

O relatório indica ainda que, em países que passam por conflitos, as crianças têm quatro vezes menos chance de usar serviços de abastecimento de água e duas vezes menos de ter o saneamento básico que crianças em outros países.

Os serviços de água potável, saneamento básico e higiene são essenciais para que o mundo alcance o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável número 3: assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar de todos, em todas as faixas etárias.