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Sindsemb realiza pesquisa de satisfação e clima organizacional com servidores municipais da Saúde

O Sindsemb está realizando essa semana a aplicação de um questionário em cinco unidades de saúde do município para avaliar o clima organizacional nos locais de trabalho. Em 12 questões às quais podem ser atribuídas opiniões, os servidores farão avaliações das condições de trabalho, assédio moral, qualificação profissional e relacionamento com colegas e chefes imediatos.
A pesquisa é sigilosa e deverá ser respondida na versão impressa. Primeiramente está sendo aplicada no Hospital Eurico Dutra, Maternidade Municipal, Hospital da Mulher, Centro de Saúde Leonidia Ayres e unidade pediátrica Emily Raquel, e servirá de base para o Sindicato mapear os piores locais de trabalho, assédio moral e solicitar da administração municipal que seja promovida ações políticas para solucionar os problemas detectados.
“É importante a participação de todos para que o Sindsemb possa planejar suas atividades e identificar problemas estruturais ou específicos que comprometem as condições de trabalho dos servidores da saúde”, orienta a presidente Carmelia da Mata.
Na próxima semana deverá ser divulgado os dados tabulados, e dentro das coletas de informações encaminhado o panorama avaliativo para a Secretaria Municipal de Saúde.

Para 62% dos brasileiros a corrupção é a maior preocupação superando saúde e segurança.

Pesquisa Ibope divulgada neste domingo (31) pelo jornal O Globo aponta que a corrupção é a grande preocupação do brasileiro, superando até mesmo a saúde e a segurança pública, que costumam liderar esse ranking. É a primeira vez que a série histórica do instituto chega a essa conclusão.

O levantamento mostra que disparou de 9%, em 2011, para 62%, em 2017, o índice de entrevistados que consideram a corrupção o grande problema do país no momento. Há seis anos, a saúde, com 52%, e a segurança, com 33%, ocupavam as duas primeiras colocações na relação dos cinco grandes temas para o eleitorado. A corrupção estava apenas na quinta posição.

O percentual registrado agora é três vezes superior ao de 1989, ano da primeira eleição presidencial direta após o fim da ditadura militar. Na ocasião, 20% indicavam a corrupção como sua principal preocupação. Reportagem do Globo questiona como os presidenciáveis vão tratar do assunto em 2018, já que alguns deles, como o ex-presidente Lula e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB-SP), têm seus nomes citados nas investigações da Lava Jato. No caso do petista, há até uma condenação a nove anos de prisão da qual ele recorre.

Para a diretora-geral do Ibope, Márcia Cavallari, devido ao desgaste dos nomes apresentados, o eleitor tende a decidir pelo bolso na hora de votar: “Se todos são iguais, o que decide é a economia”. Ela ressalta, no entanto, que a eleição de 2018 é a mais imprevisível de todas da história recente do país. “Não há pista sobre essas eleições. São candidaturas pulverizadas. Não se sabe se Lula será mesmo candidato. Também não se sabe ainda quais os efeitos vão ter, para o bem ou para o mal, as redes sociais”, observa.

Segundo a reportagem, em 2011, quando a economia ia bem, no início do primeiro mandato de Dilma, a corrupção estava em quinto lugar na ordem de interesse dos eleitores – atrás de saúde, segurança, educação e emprego. O início da virada veio em 2015, quando 31% dos eleitores apontavam o combate à corrupção como o segundo item mais urgente para o país, à frente até de questões sobre segurança (29%) e educação (24%).

Em dezembro de 2016, 40% dos entrevistados pelo Ibope elegeram o combate a corrupção como prioridade na agenda pública. Agora, pela primeira vez na pesquisa do instituto, virou o principal motivo de aflição. Para ver a íntegra da matéria, clique aqui.

Apenas 5% aprovam o governo Temer, aponta pesquisa CNI/Ibope.

De acordo com dados divulgados pela pesquisa Ibope nesta quinta-feira (27), sete em cada dez brasileiros avaliam a gestão do presidente Michel Temer (PMDB) como ruim ou péssima. O peemedebista tem apenas 5% de aprovação, o menor índice desde 1986. Desde o último levantamento do Ibope, a aprovação de Temer caiu pela metade, indo de 10% a 5%. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Popularidade, aprovação e confiança em Temer despencam, aponta Ibope

É a terceira pesquisa que mostra as piores avaliações desde a redemocratização. Na pesquisa Datafolha, divulgada em junho, Temer teve a pior avaliação dos últimos 28 anos, com 7% de aprovação. Na pesquisa Pulso Brasil, divulgada no início desta semana, 85% avaliaram o governo negativamente e 94% manifestaram rejeição à figura de Temer.

Desde que o Ibope começou a série histórica de pesquisas, em 1986, José Sarney, até então, tinha a pior aprovação, com 7%, em 1989. Considerada a margem de erro, os peemedebistas estariam empatados. A avaliação de Temer, entretanto, é a pior registrada pelo Ibope nos últimos 30 anos.

No último levantamento encomendado pela CNI, divulgado em março, a aprovação de Temer era de 10%, caindo pela metade em quatro meses. A avaliação de ruim e péssimo foi de 55% aos atuais 70%.

Questionados se aprovavam ou desaprovavam a maneira de Temer governar, 83% responderam que desaprovam, enquanto 11% afirmaram aprovar. O aumento da desaprovação em comparação ao levantamento anterior é de 10 pontos percentuais, quando 73% desaprovavam. A desconfiança em Temer tem percentual parecido. Entre os entrevistados, 87% afirmaram que não confiam no presidente, enquanto 10% disseram confiar.

A pesquisa é a segunda encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) em 2017. Foram entrevistados 2000 eleitores entre os dias 13 e 16 de julho. Entre os que responderam a pesquisa, 21% avalia o governo como “regular”.

Comparação com Dilma

Dado relevante da pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta quinta-feira, que mostra que apenas 5% dos brasileiros apoiam Michel Temer, também revela que apenas 11% dos brasileiros consideram o governo Temer melhor do que o da presidente deposta Dilma Rousseff.

Para 52%, Dilma fazia um governo melhor e para 35% as duas administrações se equivalem.

A troca de governo foi um desastre para a própria indústria, que não para de acumular resultados negativos.

Acesse aqui a pesquisa completa.