Monthly Archives: dezembro 2016

Brasília vira praça de guerra após aprovação da PEC 55.

Policiais e manifestantes entram em confronto na Esplanada dos Ministérios durante protesto contra a aprovação da PEC do Teto dos Gastos PúblicosMarcello Casal Jr/Agência Brasil

O centro de Brasília voltou a parecer uma praça de guerra no final da tarde de hoje (13), quando manifestantes e policiais entraram em confronto na Esplanada dos Ministérios. Os manifestantes – reunidos para protestar contra a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do Teto dos Gastos Públicos – jogaram garrafas de vidro, pedras e bombas. Os policiais responderam com bombas de efeito moral, spray de pimenta e gás lacrimogêneo.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP-DF), cerca de 100 pessoas foram detidas. Além disso, seis policiais ficaram feridos. Até o momento, o órgão não informour o número de manifestantes feridos. A secretaria disse ainda que, durante a tarde, foram apreendidas máscaras, bastões, pregos, escudos e bolas de gude, totalizando 300 objetos.

Após a dispersão, a entrada da Esplanada tinha grades de plástico incendiadas e uma parada de ônibus destruída. Espalhados pelo chão, era possível ver paus, pedras e dezenas de cápsulas deflagradas de gás lacrimogêneo. Nas imediações da rodoviária, ônibus tiveram vidros quebrados e, segundo uma testemunha, pelo menos dois deles saíam da rodoviária com passageiros. De acordo com a SSP-DF, uma viatura do Detran também foi depredada.

Brasília - Ônibus é incendiado próximo a Rodoviária do Plano Piloto por manifestantes contra a aprovação da PEC do Teto (Marcelo Brandão/Agência Brasil)
Ônibus é incendiado próximo a Rodoviária do Plano Piloto em ato contra a aprovação da PEC do Teto Marcelo Brandão/Agência Brasil

Na via N1, paralela à Esplanada, um ônibus teve os vidros quebrados e foi incendiado. A fumaça densa e escura cobriu o céu da cidade na altura da Biblioteca Nacional. A Polícia Militar deteve um homem suspeito de atear fogo no veículo. Dispersados pela polícia, grupos se espalharam pelo centro da cidade queimando contêineres de lixo, quebrando vidraças de prédios e lojas. Shoppings localizados a poucos quilômetros da Esplanada reforçaram a segurança na entrada e fecharam parcialmente as portas.

Vindo de Cascavel (PR) para protestar contra a PEC 55, Luís Guilherme Pereira (24), do Movimento de Luta pela Terra, ficou frustrado pela forma como a manifestação terminou. “Viemos com intenção de um manifesto pacífico e não foi o que a gente esperava. Nós [do Movimento de Luta pela Terra] não queremos violência, queremos defender nossos direitos como cidadãos”, disse.

“Parece um cenário de guerra; tanta bomba e spray de pimenta. É lamentável. A gente não conseguiu fazer o que queria, que era lutar pelo nosso direito e isso é ruim para todo mundo. Por causa de um grupo de pessoas todos passam por ruins, mas não são todos que vieram para a guerra”, completou.

Luís Guilherme chegou no início da tarde para o ato e seguiu para a frente do Congresso, como dezenas de outras pessoas. Horas depois, foi informado por outros manifestantes que deveria ir para a frente do Museu da República. Lá, polícia e manifestantes chegaram a negociar a participação de carros de som no ato. A PM, no entanto, estava relutante em permitir o uso dos equipamentos de som, temendo incitação coletiva ao confronto e ao vandalismo.

Manifestação virou confronto antes de começar

Brasília - Policiais e manifestantes entram em confronto na Esplanada dos Ministérios durante protesto contra a aprovação da PEC do Teto dos Gastos Públicos (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)
Policiais e manifestantes entram em confronto na Esplanada dos Ministérios durante protesto contra a aprovação da PEC do Teto dos Gastos Públicos Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Os manifestantes se reuniram em frente ao Museu da República, no início da Esplanada dos Ministérios, desde as primeiras horas da tarde. Pouco mais à frente, na altura da Catedral, a PM formou duas linhas para revista de bolsas e mochilas de todos que passavam em direção ao Congresso Nacional. Por volta das 17h, o grupo se deslocou em direção à linha de revista.

Durante a aproximação, alguns manifestantes fizeram performances teatrais e uma jovem, de joelhos, ofereceu flores a um policial militar. Poucos minutos depois, porém, a linha de frente da manifestação, composta por jovens com o rosto coberto, tentou forçar a passagem sem passar pela revista e empurrou os policiais para trás. A polícia reagiu e as agressões começaram, de parte a parte. Uma garrafa de vidro foi jogada na polícia, que respondeu com gás de pimenta. Do outro lado, pedras eram jogadas contra os policiais.

Brasília - Policiais e manifestantes entram em confronto na Esplanada dos Ministérios durante protesto contra a aprovação da PEC do Teto dos Gastos Públicos (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)
Policiais e manifestantes entram em confronto na Esplanada dos MinistériosMarcello Casal Jr/Agência Brasil

Um policial foi derrubado e agredido por um grupo antes de ser resgatado por colegas. Com o rosto lavado de sangue, ouviu insultos de jovens contrários à atuação da PM. Uma policial chegou a gritar e discutir com os jovens enquanto retirava o colega ferido. Pelo menos três policiais foram atendidos pelo Corpo de Bombeiros ali mesmo, na Esplanada. Também ferido, um manifestante foi carregado por um colega e dois policiais para longe da confusão.

Com o reforço da tropa de choque e da cavalaria, a PM dispersou os manifestantes. A rodoviária foi isolada pela polícia e os manifestantes correram em várias direções. Um grupo seguiu pelo Setor de Autarquias Sul e outro para a Asa Norte, onde depredou carros e vidraças de uma concessionária.

O horário do confronto coincidiu com o fim de expediente de várias pessoas que trabalham na Esplanada e em locais próximos. Muitas delas sentiram os efeitos do gás lacrimogêneo e passaram mal. Segundo a assessoria da PM, 1.500 policiais participaram da operação. A corporação também estima a presença de 2 mil manifestantes na Esplanada.

Formosa do Rio Preto: Alunos fazem formatura no Programa Educacional de Resistência às Drogas e a Violência (PROERD).


Alunos do 5º ano das Escola Nossa Senhora Aparecida (diretor Kelcy Marciel) e da Escola Municipal Benedito Araújo (diretora Josilene Damaceno) participaram no salão da Escola Municipal Coração de Jesus da formatura do Programa Educacional de Resistência às Drogas e a Violência (PROERD), uma parceria entre a Polícia Militar e a Prefeitura Municipal através da Secretaria Municipal de Educação. .

O PROERD é o Programa Educacional de Resistência ás Drogas e à violência, é um projeto onde os policiais militares, fardados e devidamente treinados e com material próprio (livro do estudante, camiseta e diploma) que desenvolvem um curso de prevenção às drogas e a violência na sala de aula de sua escola.

Com caráter social preventivo, que tem como objetivo prevenir o uso de drogas, inserindo em nossas crianças a necessidade de desenvolver as suas potencialidades para que alcancem de maneira concreta e plenamente seus sonhos de uma sociedade mais justa e segura.

Este Programa consiste num esforço cooperativo da Polícia Militar, através dos Policiais Instrutores PROERD, Educadores, Pais e Comunidade para oferecer atividades educacionais em sala de aula, a fim de prevenir e reduzir o uso de drogas e a violência entre crianças e adolescentes.

Participaram do evento, o prefeito de Formosa do Rio Preto, Gerson Bonfantti, o secretário Municipal de Educação, Elias Santos, o prefeito eleito Dr. Termosires Neto – Futuro Prefeito, a vice-prefeita eleita Veronica e seu esposo Bira Lisboa, o Major PM Elpídio, o instrutor do PROERD, PM  Tárcio.

Contra voz das ruas, senadores aprovam ‘PEC DO FIM DO MUNDO’.

do 247 – Com 53 votos a favor e 16 contra, o Senado aprovou, em segundo turno, o texto-base da PEC do Teto de Gastos (PEC 55/2016) na tarde desta terça-feira 13. Não houve abstenção.

Antes, por 46 votos contrários, 13 favoráveis e duas abstenções, foram rejeitados os requerimentos de cancelamento, suspensão e transferência da sessão de votação da proposta.

Prioridade do governo de Michel Temer, a PEC congela os gastos públicos pelos próximos 20 anos e foi aprovada apesar do apelo contrário das ruas. Nesta terça, ao menos em sete Estados e no Distrito Federal há protestos contra a medida. De acordo com pesquisa Datafolha, 60% dos brasileiros são contrários à proposta.

Em discurso feito no plenário pouco antes do anúncio da votação, o senador Lindbergh Farias (PT-RJ) lembrou que hoje completam-se 48 anos do AI-5 e diz que “esse é o AI-5 dos pobres”. “Hoje é um dia vergonhoso para o Senado Federal. Eu tenho vergonha de estar participando dessa sessão”, disse.


Requião: Senado votou pelo fim do estado social no Brasil

“Que sessão deprimente, que desatino. Estão destruindo a dignidade e a esperança no Brasil. A luta continua, no entanto”, protestou o senador Roberto Requião (PMDB-PR) no Twitter, após a votação da PEC 55; “53 senadores votaram a favor do fim do estado social no Brasil”, criticou; peemedebista já havia dito que o Senado é suspeito para aprovar PECs e reformas após a delação da Odebrecht

 


PM usa bombas de gás contra manifestantes

Manifestantes reagem cantando: “o povo unido jamais será vencido”; Polícia Militar não permite a passagem dos manifestantes até o Congresso e revista um por um de quem pretende protestar contra a proposta que congela o teto dos gastos por 20 anos, aprovado no Senado nesta terça-feira 13.

 

Formosa do Rio Preto: Colégio Nossa Senhora Aparecida realiza “Festa da Família”.


O Colégio Municipal Nossa Senhora Aparecida, realizou na última sexta-feira (09) a 1ª edição da Festa da Família com diversas apresentações que envolvem dança, coreografia, música dentre outras.

O diretor da unidade escolar, Kelcy Marciel, recebeu os cumprimento do secretário municipal de Educação de Formosa do Rio Preto, Elias Santos.

Nesses poucos meses de administração do prefeito Gerson Bonfantti é nítida a transformação da cidade e também do novo ambiente porque passa a educação na cidade. Quero parabenizar o diretor Kelcy pelo brilhante evento organizado. Não posso deixar de agradecer os pais de alunos que compareceram e também deram total apoio aos profissionais da educação”, disse o secretário.

“Congresso acusado de vender Mp’s não tem moral para votar PEC”, afirma Senador Requião.

do 247 – O senador Roberto Requião (PMDB-PR) bateu duro no Senado após diversos parlamentares serem citados na delação premiada do ex-diretor da Relações Institucionais da Odebrecht Cláudio Melo Filho. Segundo o parlamentar, “as mesmas suspeitas com que o delator da Odebrecht carimbou a aprovação de algumas Medidas Provisórias neste plenário”.

“Como é possível, senhoras senadores, senhores senadores, como é possível que, depois das revelações que há dias inundam o noticiário, venhamos aqui e votemos favoravelmente à PEC 55, cem por cento dirigida a beneficiar os donos da dívida pública e prejudicar os cidadãos comuns?”, questionou.

Como é possível, depois do testemunho do senhor Cláudio Melo Filho sobre os jabutis apensados às Medidas Provisórias, jabutis gordamente remunerados, como é possível votar a favor de uma reforma da Previdência elaborada a quatro mãos com os bancos e com a previdência privada e que, como a PEC 55, sacrifica obscenamente os trabalhadores?”, continuou Requião.

Segundo Requião, o Senado “deve tão simplesmente abster-se de votar medidas antipopulares, antidemocráticas e antinacionais. É o que proponho: o cancelamento das votações da PEC 55, da securitização da dívida pública e da reforma da Previdência”. “Não há outra saída. A não ser que a maioria desta Casa e a Presidência da República decidam correr o risco de enfrentar o povo na rua”, disse.

Confira a íntegra de seu discurso:

Mais uma vez, em outra grave circunstância da vida nacional, não pretendo me ater aos salamaleques da boa convivência, aos rapapés e mesuras que o cerimonial recomenda.

Nem por isso, considero-me um lírio no pântano, um homem sem pecados. Longe de mim a pretensão à santidade.

No entanto, senhoras e senhores, não dá para entrar nesta Casa, subir à tribuna e discursar como se nada aconteceu. Não dá para vir aqui e votar uma emenda constitucional que beneficia tão-somente o mercado financeiro e ferra canalhamente os brasileiros sem que se levantem suspeitas sobre nós.

As mesmas suspeitas com que o delator da Odebrecht carimbou a aprovação de algumas Medidas Provisórias neste plenário.
Como é possível, senhoras senadores, senhores senadores, como é possível que, depois das revelações que há dias inundam o noticiário, venhamos aqui e votemos favoravelmente à PEC 55, cem por cento dirigida a beneficiar os donos da dívida pública e prejudicar os cidadãos comuns?

Como é possível, senhoras senadoras, senhores senadores, como é possível depois da detalhada denúncia do operador da Odebrecht no Congresso, como é possível aprovar a securitização das dívidas de estados e municípios, também uma medida ajustada aos interesses do mercado financeiro?

Como é possível, depois do testemunho do senhor Cláudio Melo Filho sobre os jabutis apensados às Medidas Provisórias, jabutis gordamente remunerados, como é possível votar a favor de uma reforma da Previdência elaborada a quatro mãos com os bancos e com a previdência privada e que, como a PEC 55, sacrifica obscenamente os trabalhadores?

Cui prodest?

A quem interessa a PEC 55, a reforma da Previdências e a securitização da dívida pública?
Quem é que pode garantir que não se reproduza aqui o mesmo processo corrompido que pendurou esses quelônios nas Medidas Provisórias?

Esta Casa se lembra, e se lembra muito bem, das tantas e tantas vezes que debatemos aqui Medidas Provisórias contaminadas por emendas escandalosas, vergonhosas, malcheirosas.

De novo, senadoras e senadores bem-intencionados, corretos não estão sendo usados pelos Justiça, pelos Índio, pelos Caju, pelos Caranguejo, pelos Mineirinho, pelos Kafta?

“As doações promoviam a privatização do Congresso”, declarou o primeiro dos 77 delatores da Odebrecht. “As doações promoviam a privatização do Congresso”!

O que vão declarar os 76 delatores restantes? Quantos codinomes ridículos ainda vamos ficar conhecendo?

Os argumentos para que aprovemos a PEC 55, a securitização das dívidas e a reforma da Previdências são os mesmos argumentos usados para que aprovássemos as jabotas dependuradas nas MPs e nos projetos de lei que beneficiaram à larga as empreiteiras, os bancos, as petrolíferas multinacionais.

E sempre, e sempre e sempre os tais dos interesses nacionais, o tal do bem-estar do povo, o bem do Brasil, o tal do desenvolvimento como pretextos para a aprovação da maracutaia.

Hoje pela manhã, com o faço amiúde, fiz um a pesquisa entre as dezenas de milhares de brasileiros que me seguem no twitter. Queria saber o grau de confiança desses brasileiros no Parlamento.

A resposta foi arrasadora, deprimente: cem por cento (100%) dos consultados disseram não confiar no Congresso Nacional.
Qualquer pesquisa feita nesta segunda-feira, depois das revelações parciais do primeiro dos 77 delatores da Odebrecht, certamente apresentaria resultado semelhante.

O melhor a fazer é o reconhecimento de que esta Casa está sob suspeição e não tem condições de votar medidas de extrema gravidade e que vão lanhar ainda mais o lombo já retalhado dos brasileiros mais pobres.

Esta Casa, nós os senadores, não podemos ser tão insensíveis assim à realidade nacional.

Não podemos ser indiferentes às denúncias que atingem a Presidência da República, boa parte do Ministério, lideranças partidárias e nomes expressivos, influentes deste Senado e da Câmara dos Deputados.

Da mesma forma, não podemos ser insensíveis aos efeitos danosos, destruidores da PEC 55, que torna o Brasil um país para poucos e à reforma da Previdência que torna a proteção do Estado um privilégio para poucos.

A pergunta que o Brasil não quer calar é: que moral tem a Presidência da República e o seu Ministério para propor qualquer medida de austeridade, qualquer sacrifício para o povo? Igualmente, que moral tem o Congresso para aprovar uma emenda constitucional que preserva intactos os ganhos do capital financeiro enquanto reduz à esqualidez as conquistas e direitos populares?

Não que tenhamos avançado tanto, nos últimos tempos, em direção de uma sociedade mais equilibrada e justa. Não. Mas ainda assim, encurralam e aboiam o povo em direção da senzala.

O que a Presidência da República e seu Ministério e o que o Congresso deveriam fazer diante da perda inquestionável da autoridade para governar e legislar?

O que fazer diante da perda total de legitimidade?

Esta Casa deve tão simplesmente abster-se de votar medidas antipopulares, antidemocráticas e antinacionais. É o que proponho: o cancelamento das votações da PEC 55, da securitização da dívida pública e da reforma da Previdência.

Além de estarmos sob suspeição, precisamos abrir prazo para debater medidas e reformas que sejam do interesse do povo, da democracia e da Nação Brasileira.

Em relação à Presidência da República, deslegitimada tanto pelas denúncias de corrupção como pelas infelizes e erráticas medidas de austeridade e pelo forte impulso entreguista que distingue o núcleo central do poder, não há outro caminho que a convocação de novas eleições diretas para o comando do Brasil.

Não há outra saída. A não ser que a maioria desta Casa e a Presidência da República decidam correr o risco de enfrentar o povo na rua.

Formosa do Rio Preto: Colégio Senador Djalma Bessa realiza a tradicional festividade de fim de ano.

Na tarde da última sexta-feira (09), a direção da escola Djalma Bessa e os 232 alunos da unidade escolar participaram do já tradicional evento em comemoração ao Natal com o tema “Natal de Paz”.

Entre atrações como danças, músicas, coreografias, poesias e jogral não faltou a animação e muita comida servida aos presentes.

Segundo a diretora da escola, Ana Celma Pereira da Silva, “o evento foi muito agradável e além de celebrar importante data como a que lembra Jesus Cristo, também foi grande momento de confraternização. Esse ano escolhemos o tema ‘Natal de Paz’ como forma de alerta e conscientização para o que lamentavelmente está acontecendo em nossa sociedade, disse a diretora Ana Celma.

O secretário de Educação do Município, Elias santos, presente ao evento disse que atividades como esta tem o poder de unir a comunidade escolar e aproximar todos os atores envolvidos na educação.

“Experiências como esta são muito prazerosas. Participar de um evento como este que envolve direção, professores, alunos deve ser sempre incentivado como forma de respeito tanto para os profissionais de educação como alunas e pais. A direção da escola e os demais servidores estão de parabéns”.

Todo mundo com o nome sujo no listão!

É tanto político neste listão da Odebrecht, que no futuro teremos que acrescentar, nas biografias da Wikipedia, um tópico positivo:

“O cidadão nunca esteve nas listas de Mensalão, Petrolão, Lava-Jato, Zelotes e outras, nem na famosa lista da delação do fim do mundo, de funcionários e diretores da Odebrecht.”

Toda a linha sucessória da Presidência da República, inclusive o próprio Presidente, está incluída no listão. De onde se deduz que a ministra Carmem Lúcia, do STF e CNJ, será a próxima Presidenta do Brasil. Temer, Rodrigo Maia e Renan Calheiros foram delatados. Jornalista Carlos Alberto Sampaio de OExpresso

Romero Juca o maior vendedor de Leis é líder do governo Temer.

Esquema para aprovar 14 MPs custou R$ 17 milhões, afirma o delator Cláudio Melo Filho, ex-diretor da empresa, segundo quem o principal interlocutor do ex-diretor no Legislativo era o senador Romero Jucá (PMDB-RR), atual líder do governo de Michel Temer no Congresso; Jucá é chamado pelo delator de o “Resolvedor da República no Congresso” e lembra que ele já foi líder de vários governos e que atuava como “anteparo das manobras que podiam surgir na Câmara dos Deputados”; de acordo com o ex-diretor da empreiteira, pagamentos feitos ao senador de Roraima ultrapassam R$ 22 milhões; ele nega as irregularidades envolvendo seu nome

Um esquema para aprovar 14 medidas provisórias de interesse da Odebrecht no Congresso Nacional custou R$ 17 milhões, conta o ex-vice-presidente de Relações Institucionais da empresa, Cláudio Melo Filho.

Em sua delação no âmbito da Operação Lava Jato, ele revela que quem teve um papel preponderante nesse esquema, atuando como seu principal interlocutor no Legislativo, era o senador Romero Jucá (PMDB-RR), atual presidente do PMDB e líder do governo de Michel Temer no Congresso.

Jucá é chamado pelo delator, de acordo com reportagem do jornal O Globo e no Jornal Nacional, de o “Resolvedor da República no Congresso”. Melo Filho lembra que Jucá já foi líder de vários governos e que atuava como “anteparo das manobras que podiam surgir na Câmara dos Deputados”.

Pagamentos feitos ao senador de Roraima ultrapassam R$ 22 milhões, conta ainda o ex-diretor da empresa. Basicamente, a empreiteira repassava recursos a Jucá em troca de apreciação e votação de medidas e projetos no Congresso de interesse da companhia, como alterações no regime tributário, regulação de concorrência, parcelamento de dívida com o governo e regime especial para indústria petroquímica.

O peemedebista era também o responsável pela arrecadação dentro do PMDB no Senado e ainda pela distribuição para campanhas eleitorais de correligionários. Entre as pautas de interesse de Odebrecht constavam.

Jucá negou as irregularidades envolvendo seu nome.

STF no grande acordo

Jucá foi o senador que, em um diálogo com o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, vazado à imprensa, declarou que era necessário “estancar a sangria” da Lava Jato tirando Dilma do poder e colocando Temer no lugar. O escândalo culminou em sua demissão do Ministério do Planejamento.

No diálogo, Jucá inclui o STF e diz que “o grande acordo nacional” para realizar o impeachment e “botar o Michel” também contava “com o Supremo, com tudo”. Nessa semana, a corte decidiu manter Renan Calheiros (PMDB-AL) na presidência do Senado.

De acordo com bastidores da decisão divulgados na imprensa, a decisão foi combinada entre ministros e o senador, resultando numa tese, liderada pelo ministro Celso de Mello, de que Renan ficaria no cargo, mas deixaria a linha sucessória da presidência da República.

Reforma da Previdência vira piada nas redes sociais.

O governo anunciou uma proposta de reforma da Previdência para mudar aposentadoria, que ainda precisa ser aprovada pelo Congresso. Entre as novas regras, está a exigência de 49 anos de trabalho para poder ter direito a 100% do valor. Internautas fizeram piadas com a notícia em redes sociais.

A proposta de reforma da Previdência apresentada pelo governo nesta semana virou assunto, claro, nas redes sociais. Muitos brasileiros ironizaram a reforma, prevendo muitos anos de trabalho pela frente.

“Gente, to fazendo as contas aqui, e não vai dar pra me aposentar nessa vida!”, postou uma internauta.

Pela proposta de emenda constitucional (PEC), a idade mínima para se aposentar será de 65 anos, com pelo menos 25 anos de contribuição à Previdência. Mas, na prática, para receber 100% do valor, será preciso contribuir por 49 anos, mesmo que o trabalhador tenha atingido os 65.

Veja abaixo alguns comentários e memes que estão circulando pelas redes sociais:

Formosa do Rio Preto: Secretaria de Educação lança o “Diário Eletrônico do Professor (DEP)”.

Prefeito Gerson Bonfantti: “Valorizar a educação é pensar nas pessoas e quando se pensa nas pessoas planta-se um futuro melhor e uma cidade mais preparada”

A administração do prefeito Gerson Bonfantti realizou no último sábado (10), no auditório da Secretaria municipal de Educação, mais uma importante inovação. Trata-se do Diário Eletrônico do Professor (DEP). Segundo Gerson, o DEP proporcionará melhoria na comunicação interna entre gestão municipal, diretoria e professores.

“O programa DEP (Diário Eletrônico do Professor) foi criado para ajudar a facilitar a vida do corpo diretivo da escola e simplificar o trabalho do professor. Em breve será implantado esse programa que vai mudar os rumos da nossa educação de uma forma prática e eficaz”, ressaltou o prefeito.

Elias Santos Secretário de Educação, Bette Cristine Coordenadora Pedagógica que apresentou o DEP e Bruno Sampaio, técnico que desenvolveu a plataforma do DEP

Em sua fala, o secretário de educação, Elias Santos teceu fartos elogios e agradecimentos a equipe de educação de Formosa do Rio Preto.

Secretário de Educação Elias Santos em sua exposição sobre o DEP

Não posso deixar de agradecer o grande esforço que está sendo desempenhado por diretores, vice-diretores, coordenadores pedagógicos e professores da mesma forma que sou grato ao nosso prefeito Gerson Bonfantti que nos tem confiado essa importante tarefa de elevar a qualidade do ensino no município apoiando nossas iniciativas”, disse Elias Santos.

Prefeito Eleito, Drº Termosíres Neto elogiou a iniciativa

O prefeito eleito, Drº Termosíres, presente ao ato disse estar feliz por encontrar a prefeitura e a secretaria de educação em boas mãos. São iniciativas simples como esta que fazem um bom governo. Tenho certeza que com as ações que estão sendo empreendidas por esta gestão que facilitaram o meu início de governo a partir de janeiro de 2017 quando assumirei os destinos desta cidade”, argumentou.

Prefeito Gerson Bonfantti, secretário Elias Santos e o prefeito Eleito Drº Termosíres Neto

Concluindo o evento o prefeito Gerson falou sobre a necessidade de uma educação cada vez mais atual. “Tratar a educação com atenção é uma obrigação de qualquer gestor. Sinto-me feliz que poder contar com essa maravilhosa equipe, que com consciência, apresenta iniciativa louváveis. Valorizar a educação é pensar nas pessoas e quando se pensa nas pessoas planta-se um futuro melhor e uma cidade mais preparada”, finalizou.